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Mostrando postagens de março, 2021

Programa #19 Guia do Cinéfilo - Convidado Felipe Bragança

Programa #19 Guia do Cinéfilo - Convidado Felipe Bragança

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #348 - Mayara Magalhães

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nossa entrevistada de hoje é cinéfila, de Fortaleza (Ceará). Mayara Magalhães tem 37 anos, é graduada em Ciências Sociais na Universidade Federal do Ceará, fez mestrado e doutorado em Sociologia na mesma Universidade. No Doutorado pesquisou recepção de telenovelas em grupos de discussão em redes sociais. Fez cursos livres na área de roteiro e fotografia. Atualmente trabalha no Cine Ceará – ...

Crítica do filme: 'Quando um Homem Volta Para Casa'

Sobre as várias facetas do amor, da paixão, quais são as regras da atração? Quinto longa-metragem escrito e dirigido pelo genial cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg , lançado em meados de 2007, Quando um Homem Volta Para Casa é um recorte tragicômico de um jovem que entra em erupções com seus conflitos amorosos e paternais quando o presente parece pedir passagem às linhas de raciocínio concretas feitas em seu passado. O dinamismo do roteiro chama atenção. São fragmentos de subtramas que passam e repassam sobre os conformes dentre o pensar dos personagens envolvidos, descamuflando suas lacunas escondidas retratando as ações da inconsequência de maneira honesta e com certo ar de naturalidade. Um trabalho pouco falado do gênio dinamarquês. Na trama, seguimos a trilha de Sebastian ( Oliver Møller-Knauer ), um jovem auxiliar de cozinheiro que está envolvido em um grande banquete para uma personalidade local, um tenor chamado Hans ( Thomas Bo Larsen ) que retorna à sua terra natal depoi...

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #347 - Eduardo Cabanas

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nosso entrevistado de hoje é cinéfilo, do Rio de Janeiro. Eduardo Cabanas tem 31 anos é produtor e gestor artístico, formado em Produção Cultural pela UFF, atua no mercado de cultura desde 2009 com experiência em produção executiva, curadoria e coordenação de espaços culturais. Cinéfilo desde a adolescência, também escreve sobre cinema e TV em portais independentes e nas redes sociais. Atual...

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #346 - Sonia Rocha

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nossa entrevistada de hoje é cinéfila, de Porto Alegre. Sonia Rocha tem 50 anos, é carioca residente em Porto Alegre, professora de Filosofia e crítica cinematográfica. Mestre em Educação com ênfase em cinema (UERJ), doutoranda em Educação e Cinema (UFRGS). Foi colaboradora nos veículos Almanaque Virtual, IGGY, Telezoom TV e, atualmente, é editora o site Cinema & Movimento onde também ...

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #345 - Freddy Paz

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nosso entrevistado de hoje é cinéfilo, de Porto Alegre. Freddy Paz tem 35 anos é produtor, diretor e proprietário da Sala Filmes . Atua na área de produções audiovisuais desde 2012 com vários trabalhos realizados entre cinema, clipes, vídeos para a internet e trabalhos publicitários. Fundou a Sala Filmes em 2017 com o objetivo de produzir e coproduzir projetos próprios e de parceiros. ...

Podcast #5 - Guia do Cinéfilo - 29.03.2021

  Nesse quinto episódio, falamos sobre os seguintes assuntos: - Filmes que vi (Flores do Cárcere, 101 Reykjavík, Currais, Antes que me Esqueçam, meu nome é Edy Star, Chorão: Marginal Alado, Matar Jesus) - A questão dos curtas-metragens (lei do curta) (Dois curtas que vi recentemente White Eye e The Letter Room) - Programa Guia do Cinéfilo da Semana  - Programa 8 e 1/2 em 20 da Semana Até a próxima 2a! Viva o cinema!

Crítica do filme: 'The Letter Room'

Quando o introspectivo se une ao intermediário. Um dos concorrentes ao próximo Oscar de Curta-metragem de ficção, The Letter Room, ou a Sala de Correspondência, se formos traduzir literalmente para o nosso idioma, conta a história de alguns através do olhar curioso de um personagem que acaba sendo testemunha de relatos pessoais da família e dos presos, inclusive para os que estão no corredor da morte, após assumir o novo cargo de diretor de comunicação dos prisioneiros. Escrito e dirigido pela cineasta Elvira Lino , o projeto (com potencial de ser um longa-metragem) possui um indecifrável lado tragicômico escondido por trás da história, sentimos que há muito mais por conhecer desse curioso protagonista. Ótima interpretação do ator Oscar Isaac . Na trama, conhecemos o boa praça e simpático agente penitenciário Richard ( Oscar Isaac ), um ser solitário que vive de ir ao trabalho e voltar pra casa, tendo apenas a companhia de seu cachorro. A fim de se desenvolver profissionalmente, se i...

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #344 - Patrícia Cunegundes

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nossa entrevistada de hoje é cinéfila, do Rio de Janeiro. Patrícia Cunegundes tem 48 anos, é jornalista e pesquisadora. Atualmente é doutoranda na PUC-Rio, onde pesquisa o uso de arquivos nos documentários contemporâneos latino-americanos. Gosta de assistir filmes de investigação com sua mãe Rejane, cinéfila raiz.   1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a pr...

Crítica do filme: 'White Eye'

O viciado e triste olhar do preconceito. Uma bicicleta roubada. As questões burocráticas da lei. Olho branco, viciado dentro do preconceito. Em tempos onde a linha tênue do bom senso insiste em não existir. Para onde caminhará nossa humanidade? Escrito e dirigido pelo cineasta Tomer Shushan , em seu segundo curta-metragem na carreira, White Eye é o retrato de muitos países europeus onde o medo dos imigrantes é constante, tentando se estabelecer em um país onde não nasceram. Finalista do Oscar 2021 de Melhor Curta de Ficção, o curta-metragem israelense em pouco mais de 20 minutos nos mostra um conflito quase banal que acaba se tornando uma questão legal sobre um imigrante que luta pelo bem-estar de sua família buscando ser um trabalhador honesto em um país diferente do dele, com mais oportunidades. Interpretados por Daniel Gad e Dawit Tekelaeb , dois homens, duas histórias, se cruzam em torno do roubo ou não de uma bicicleta sendo que um deles acaba acionando a polícia para uma rápi...

Crítica do filme: 'A História de um Silva'

A música como sentido para a sociedade. Hino de uma cidade, hino da periferia, um subtexto que é compatível com a realidade que enfrentava. Dirigido por Marcelo Gularte , A História de um Silva é a história de um brasileiro, trabalhador, grande herói de sua mãe e família, que possui grande paixão pelo futebol, inclusive quase foi atleta profissional que tocava a MPB dos anos dourados nos barzinhos pela cidade até que descobriu um gênero musical que estava dando os primeiros passos. MC Bob Rum , cria da Comunidade João XXIII em Santa Cruz Foi Office Boy, trabalhou muito tempo na Telerj, de Recepcionista, viu sua vida mudar do dia para a noite quando seu destino cruzou com os primórdios do Funk. Com depoimentos de funkeiros como MC Buchecha, MC Marcinho, de antropólogos, produtores culturais e amigos de longa data, vamos acompanhado histórias e lembranças através de falas e vídeos de uma época de grande sucesso. Sua trajetória cruzou o início do movimento do Funk, com a criação da fur...

Crítica do filme: 'Chorão: Marginal Alado'

As diversas facetas de um intenso sonhador. Dono de um processo criativo intenso, uma alma feita de sonhos, uma juventude nas letras, identidade vocal marcante, com um lado explosivo muito visível mas também um lado carinhoso e querido. Não se enquadrava, gostava das coisas do jeito que ele queria. Chorão: Marginal Alado conta de maneira curta e objetiva, ao longo de menos de 80 minutos, a trajetória de sucesso até o declínio triste de um dos artistas mais impactantes das últimas décadas, Chorão, da lendária banda Charlie Brown Jr . De Santos para mundo, chegou até a participar de diversos campeonatos de skate freestyle antes de descobrir, inusitadamente, a vocação para cantar e compor. Editores de revistas, produtores musicais, músicos, skatistas, amigos, ex-integrantes da banda Charlie Brown Jr ., nos contam sua visão sobre essa personalidade da cultura pop brasileira que deixou um legado até os dias atuais, com letras e canções atemporais. O título do filme está gravado no seu bra...

Crítica do filme: 'Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star'

A vida é uma vela acesa, morreu, apagou. Como resgatar as memórias de um artista tão profundo em sua arte? Cantor, ator, pintor, se dedicava as artes como poucos, Edy Star foi quase uma lenda entre as décadas de 60 e 80, sempre muito à frente de seu tempo. Dirigido por Fernando Morais, Antes que Me Esqueçam, Meu Nome É Edy Star conta a incrível trajetória do Pós tropicalista e grande contador de história Edy Star, inclusive, a amizade com Caetano Veloso desde Santo Amaro, Zeca Baleiro com gravações atuais no estúdio, com o maluco beleza Raul Seixas desde o álbum Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, até mesmo com Gilberto Gil onde ganhou uma música e foi co-compositor da canção Procissão. Edy marcou época dentro do universo das performances, em shows undergrounds que ganhavam sucesso pelo boca a boca saindo da Praça Mauá até os milionários da zona sul. Volta a Salvador lembrando sua trajetória através de encontros e depoimentos, conhecemos esse baiano bom de briga mas também muito ...

E aí, querido cinéfilo?! - Entrevista #343 - Lília Lustosa

O que seria de nós sonhadores sem o cinema? A sétima arte tem poderes mais potentes do que qualquer superman, nos teletransporta para emoções, situações, onde conseguimos lapidar nossa maneira de enxergar o mundo através da ótica exposta de pessoas diferentes. Por isso, para qualquer um que ama cinema, conversar sobre curiosidades, gostos e situações engraçadas/inusitadas são sempre uma delícia, conhecer amigos cinéfilos através da grande rede (principalmente) faz o mundo ter mais sentido e a constatação de que não estamos sozinhos quando pensamos nesse grande amor que temos pelo cinema.   Nossa entrevistada de hoje é brasileira mas que mora na Cidade do México (México). Lilia Lustosa tem 46 anos, Taurina, brasileira, nascida em Fortaleza, criada em Brasília, morando atualmente no México, depois de ter passado 7 anos na Suíça e 5 na Argentina. Casada, mãe de João Pedro e Nina, e tia de muitos sobrinhos. Formada em Publicidade, especialista em Marketing, mestre em História e Es...