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Crítica do filme: 'Bonequinha de Luxo'


Considerado um dos clássicos do cinema, Bonequinha de Luxo é um filme que fala sobre sonhos, as maneiras como podemos enfrentar problemas do passado, as desilusões de uma vida rica em alguns sentidos e pobres em outros. Protagonizado pela atriz belga Audrey Hepburn (a primeira escolha era Marilyn Monroe) o projeto lançado em 1961, baseado na obra homônima de Truman Capote teve um orçamento de 2,5 milhões de dólares e arrecadou mais de dez vezes esse valor somente em bilheteria pelo mundo.


Na trama, conhecemos Holly Golightly (Audrey Hepburn) uma jovem que se muda para Nova Iorque depois de uma vida difícil no interior do país. Mora com seu gato em Nova Iorque, em um apartamento agitado mas quase sem nada na geladeira e onde a bagunça reina. Caça milionários que aparecem nos lugares que frequenta para tentar se casar e enfim completar o sonho de ser milionária, talvez a fim de esquecer seu passado na pobreza. Um dia, o escritor Paul Varjak (George Peppard), bancado pela amante, chega no prédio aonde ela mora para ser seu vizinho. Uma amizade quase instantânea nasce logo no primeiro encontro os levando rumo a uma história de amor inesquecível.


O longa-metragem que ganhou dois Oscars, melhor trilha sonora e melhor canção original, conta uma história sobre um amor inusitado o que nos leva ao encontro das teses que existem pelo universo de que o amor pode estar em qualquer esquina. A relação de amizade logo vai se tornando algo mais profundo, mais forte levando os dois para a complicada questão da escolha. Iludida pelo glamour da cidade mais famosa do mundo passa seus dias na inconsequência de sonhos distantes o que a faz ficar distante, todos os primeiros arcos nos mostram como a protagonista pensa e reage quando fica em confronto aos seus objetivos.  É uma maravilhosa atuação de Hepburn, enche a tela com um carisma que conquista gerações e gerações de cinéfilos e cinéfilas de todos os lugares.

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