Em seu sexto longa metragem, Carlos Gerbase mistura drama psicológico com suspense e erotismo na trama de “Menos que Nada”, estrelado por Felipe kannenberg, Rosane Mulholland e Branca Messina. De forma não-dogmática, o diretor e roteirista apresenta uma discussão sobre o sistema manicomial brasileiro e a relação médico e paciente, além de abordar temas como a arqueologia e a psicanálise. O filme foi exibido no Marché du Film , no último Festival de Cannes, e teve lançamento nacional transmídia (cinema, internet, DVD e TV). “Menos que Nada” é a primeira obra produzida pela Prana Filmes e pode ser visto até o dia 2 de setembro no SundayTV ( ). Em entrevista exclusiva por e-mail, Gerbase conta um pouco mais sobre a produção do longa e a sua visão do mercado cinematográfico no Brasil. Como nasceu a ideia de fazer o filme "Menos que Nada"? O roteiro nasceu da leitura, em 2004, do conto "O diário de Redegonda", de Artur Schnitzler, que é um escritor a...
Blog sobre Cinema.